terça-feira, 30 de dezembro de 2008

2009, Será Feliz Ano Novo

10...9...8...7... Passo a passo chega ao fim 2008.... E eu, nem sei bem como descrevê-lo.

Foi o ano em que me senti mais viva e em que "morri" mais vezes...

Não foi bom... mas será inesquecível.

Não foi cor-de-rosa mas foi brilhante.

Não dancei, mas aprendi novos passos.

Vou saltar nos primeiros segundos de 2009 e a minha dança será outra. Os tons de verde irão reinar e o sol vai-me acompanhar.

E espero encontrar-te...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008


E o Natal tem destas coisas... Luzes incríveis, bolinhas coloridas, cheirinho a pinheiro, embrulhos coloridos...


É nesta época que em silêncio, regresso à minha infância e faço pedidos especiais ao Pai Natal...


Este ano fiz uma lista e juntei os teus pedidos... Gosto de ti por tudo, e por tudo o que não vês.


Joyeux Nöel










segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Hoje senti que ando em divida para contigo. Tenho tanto a agradecer-te...

Obrigada, por nunca estares quando mais preciso de ti.
Obrigada, pelos dias tristes que me proporcionas com a tua indiferença... Obrigada, pela forma como vais desprezando o meu amor...
Obrigada, por muito mais que as palavras não chegam para compor.
Obrigada, acima de tudo, pela mulher em que me estou a tornar.

Contigo aprendi o que é amar alguém... Contigo, aprendi até onde posso ir... O quanto consigo dar.

Contigo aprendi, a fortaleza que mora em mim.

domingo, 30 de novembro de 2008

"When they ask me what I liked best, I'll tell them, it was you"... é uma das últimas frases de um dos meus filmes preferidos de sempre e ultimamente, ela paira nos meus pensamentos com uma maior frequência e intensidade...

Porque (re) descobri o porquê de te gostar tanto.

Mas, um dia...um dia... vais olhar para trás e eu não estarei mais aqui.

domingo, 16 de novembro de 2008

As luzes de natal estão aí...a espreitar em cada canto...a iluminar cada espaço comercial e mais intensamente, a embelezar as ruas da minha cidade natal...

Sempre me fascinaram os seus vários tons e o calor que despertam em mim. Desde os tempos em que a existência do Pai Natal fazia parte das minhas certezas, que são elas o meu maior fascínio.

Hoje vi, vi com mais tempo para ver (ver, no seu verdadeiro sentido) as decorações escolhidas para este ano...senti a mesma sensação inexplicável que sinto sempre, em que o tempo pára e são os meus sonhos mais infantis ou mais puros, que me invadem.


Em pequena gostava de passear pelas ruas sozinha, de "nariz empinado" a desprezar a mão madura, que me tentava agarrar.

Hoje era a tua mão que eu queria segurar... contemplar as luzes a sentir o teu calor... e ver o brilho das ruas, através do reflexo do teu olhar...

quinta-feira, 30 de outubro de 2008


Comptine d' une autre été : L' Après midi - Yann Tiersen... E é envolvida neste som, que viajo aos dias em que passeava de jardineiras e atacadores desabotoados, naqueles corredores com cheiro a antiguidades.

Esperava sempre ser esse o dia, em que a minha flauta ficaria guardada e me ouviria finalmente, através do som daquele piano.

Nunca o fiz...

Compraste-me um órgão, que eu adorava tocar para ti, vaidosa do ouvido talentoso que dizias que eu tinha... e era de perninhas à chinês que tentava encher-te de orgulho, naqueles momentos escassos de "rien à faire".


Recordo o dia em que impus o silêncio... E hoje, faz-me falta ouvir...faz-me falta sentir...

terça-feira, 21 de outubro de 2008


Um dia saberei ser eu, de uma outra forma... Dar a volta às voltas, que os dias me impõem.


Um dia hei-de aprender como se cala o"coração" e se ouve só, só a razão...












terça-feira, 16 de setembro de 2008

Suspiros...

Invade-me a vontade de te dizer aquilo que sempre calo...E calo sempre, por medo que o silêncio nos invada e me faça perder a réstia do meu som, que ainda que baixinho, vai chegando a ti...
Se soubesses como me isolo do mundo no verde dos teus olhos... como mergulho numa paz invulgar nos escassos segundos que roubo de ti o teu olhar...
Sensação interminável de prazer, a imagem do teu rosto aqui, cravada em mim...

Como te gosto, por tudo.

terça-feira, 2 de setembro de 2008


Um dia ocuparei um lugar em frente ao mar, fecharei os olhos e ficarei a sentir a brisa bater em mim...Ao ritmo calmo da respiração, deixar-me-ei embalar em pensamentos doces...

Um dia a cadeira ao meu lado estará ocupada...Sentirei carícias percorrerem-me a face e de olhos fechados encontrarei a tua mão.


Um dia a tua mão permanecerá na minha, saberei quem és e as palavras voltarão a mim...

terça-feira, 19 de agosto de 2008


Dancei...Dancei até me sentir além de mim...Até sentir os pingos de suor percorrerem-me a pele...Até o pensamento se evadir, ficando somente o sentir.

Em cada poro invade-me o som do prazer e agarro a tua mão aqui imersa em mim.

Misturam-se ritmos quentes e este é o compasso teu, que crias a cada toque, e que me faz flutuar na música que só tu, só tu, compões.

E é ao som dela que permanece a minha dança, até sempre, até o corpo ceder e a memória permanecer.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008


Dias houve em que estive imersa em ti, insensível à frescura do ar que em mim cessava a cada segundo, surda aos passos largos a que a vida corre, imune ao toque do tempo e à carícia das memórias quentes e coloridas...

Dias houve em que toquei sem sentir, em que estive sem estar, em que parti ao ficar...em ti, tristeza escura, que me embalavas. E o frio vinha daqui...

Derrete-se o gelo e subo rumo ao sol...à superfície sinto finalmente e intensamente, o ar em mim.

Brisa doce a da esperança...cerco-me do teu som e a dança emana em mim... é sobre as notas doces do riso em que caminho, que incorporo o verde dos dias e passo a passo ela instala-se.

Reflecte-se no espelho a imagem inteira de mim...por fim.

domingo, 10 de agosto de 2008

"while you are away
my heart comes undone
slowly unravels
in a ball of yarn
the devil collects it
with a grin
our love
in a ball of yarn

he'll never return it

so when you come back
we'll have to make new love"

Entre sol e lua, mar, rio, campo...entre o calor intenso do dia e a noite fria, quanto quis que voltasses...

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Sentidos do sentir...


Os dias correm e sentidos perdem sentido... Hoje sento-me aqui, não mais para falar de ti, de ti, de mim... de ti em mim...das cores escuras ou brilhantes que trazes até mim... Desvendo que amar (te) consome, exaspera... suga o sentir, puro e doce que lhe traz o sentido.

Amor, paixão, desejo...só fazem sentido, perdendo todo o sentido e ao serem sabiamente recebidos...Poesia que sai sem se editar...


Quero voltar a sentir que cada toque é saboreado, que cada beijo é guardado, que cada palavra é ouvida... que sou sentida.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Borbulham cá dentro emoções desconexas...Desencontro-me de mim esta noite no repensar do meu ser, do meu sentir. Ou será que me encontro enfim...

Sim, acredito no amor sim!
Acredito nas "borbulhas no estômago" quando os olhares se cruzam...acredito no meu corpo que treme a cada vez que te sinto chegar, nas mãos que gelam à tua proximidade, no discurso que não flui enquanto a memória se desvanece e todo o meu corpo se fecha em silêncio ecoando o som do teu...Acredito no dar-te que me dá, no querer-te só por te querer, no desejar-te já desejando-te... Acredito no infinito quando estou ao teu lado, acredito nas estrelas que cintilam em céu nublado...

Acredito em ti jamais desacreditando em mim, porque acredito em ti por o querer... Sou eu aqui, desfazendo-me sim, sempre para ti, mas em partículas de mim...

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Pensamentos


Entre outros temas, falávamos de cinema... A noite está quente, intensa, suave e com uma ligeira brisa quase imperceptível que acaricia a face no caminhar até ao carro...

Penso em ti e nas vezes que te repeti nunca ter ido ao cinema sozinha, por achar deprimente, dizia-te.


Encontrei hoje a verdadeira razão, por aqui, pelos meus obscuros labirintos internos...e é toda a escuridão que me assusta na imensa sala fechada.

É, não encontrar a tua mão presa na minha...Sentir-te no meu balde de pipocas e ver o reflexo do êcran, no brilho dos teus olhos...


Os filmes tinham outras cores e os sons ecoavam mais fortes, quando ocupavas a cadeira ao lado da minha e eu sentia a sala subitamente, nossa.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Está estrelada hoje a noite...E eu levo-te aqui para o mundo dos sonhos, em que as cores se misturam e a doçura perdura.

Salto nas estrelas e toco no sol, antes mesmo do amanhecer...

quarta-feira, 9 de julho de 2008

"Sol Mio"



Sabe tão bem quando me surpreendes... tu, a quem intitulo um Sol na minha vida...

...

Questiono-me hoje que língua falarei eu...Por onde saem as minhas palavras, que frases estranhas compõe elas...Sairão as minhas expressões desafinadas, desajustadas do teu real que me rodeia?! E tu por onde me ouves, de onde concluis o que te digo tão claramente?! Será que me ouves... é tão claro o que me sai para ti, tão intenso que não aguarda cá dentro o tempo, aquele tempo, de ser reajustado, programado ou meticulosamente armado. É puro e ponto.
Tudo em mim se expressa perante ti e para ti.

Se ao menos dispensasses um minuto da tua atenção, aquela em que usas os teus apurados sentidos, especialmente o crítico, sem a gigante barreira que te rodeia, talvez servisse para perceberes que te quero por querer, sem mais voltar a querer-te...

Aqui dentro de mim irás morar sempre, mas a tua porta fechou-se e do jardim não passarás.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Será a isto que chamam de Amor?!

Mergulho de novo em ti e sinto a minha pele estremecer de novo...Causa-me tanta estranheza esta sensação mista que me causas daí, do vasto canto que ocupas na minha memória... Estás sempre aqui, intermitente, como se fizesses sempre parte do meu presente, ameaçando um futuro marcado no meu passado...Passado que não passa.

Por minutos em que me dói, quase sinto apagar a imagem das linhas do teu rosto e é nesse instante que volta o teu olhar, acompanhado pelo cheiro que me envolve, o cheiro que ficou em mim do passeio pela tua pele, saboreado por cada ponto do meu corpo. Sinto a carícia única que só o toque das tuas mãos me dá... é louca e desmedida a intensidade do que sinto por ti.
A cada toque teu, o mergulho na imensidão e turbilhão de emoções puras...e a certeza que sinto, sim, que és o amor da minha vida.

Serei eternamente tua, ainda que não mais o volte a ser...

domingo, 29 de junho de 2008

Traz-me a noite


Quis a noite que fosse assim, viagem quente e transparente... Passei por ruas e becos clareados pela imagem de pessoas cheias de brilho, risos reconfortantes, olhares inquietantes e a lua brilhante...Onde estás tu?

Procuro-te a cada passo, a cada tentativa minha de saudar o ritmo intenso que me trás o verão nocturno. Procuro-te aqui, dentro de mim e se me esforço... se tanto me esforço para não te encontrar ás vezes, por uma só vez que me permitisse ver além do mar dos teus olhos... é querer-te a cada segundo e não querer, querer-te mais...


Um dia, hei-de caminhar pela noite com o brilho do sol em mim...


segunda-feira, 16 de junho de 2008

Saudades de Ti!


Viajo de novo até ti... Faço-me sentir o calor dos teus braços e o sabor da tua boca, uma vez mais... E estás aqui, de novo em mim. Alimento-me das memórias que me ofereces-te, das cores brilhantes que senti em cada momento em que fui tua... Tua!


Queria sentir de novo, o calor do sol que me queimava no escuro das noites estreladas...

Sentir o vento quente, típico das noites de Verão, no mais frio dia de Inverno...

Fechar os olhos e ver o arco-íris ali, ao alcance da minha mão uma vez mais... Só uma vez mais!


Ainda assim sinto-me feliz com o frio que a saudade me trás...


segunda-feira, 2 de junho de 2008



As palavras escasseiam no momento, mas há algo aqui a transbordar em mim... A sensação escura do teu brilho apagado. A tristeza em ti, que eu tanto desconhecia...




Se aqui me vieres "ver" sente o que não te dei, sente o toque que guardei...




Volta a brilhar e a espalhar o teu "pó mágico" o quanto antes, deixa-o voar na direcção que desejares, mas deixa que o sinta vivo ainda que de longe.


Ergue-te num ápice e deixa o teu vento soprar...

quinta-feira, 29 de maio de 2008


Definiste a cor da minha semana naquele tempinho fugaz em que pude mergulhar no mel dos teus olhos e o arco-íris ficou em mim!

Há quem passe por nós e nunca fique e há quem fique, eternamente, ainda que só passe...


Digo, em tom de cliché, que és e serás sempre como o sol, ainda que não se veja está lá e sempre permanecerá.


Atribuo-te o tom laranja cintilante, vivo e que tão facilmente se converte no intenso vermelho, mas nunca, mesmo nunca, oscilará para o pálido amarelo.

Tens cheiro a mar e trazes a frescura suave do vento...Sinto a lufada envolvente a cada vez que chegas perto de mim. E esteja onde estiver, é mágico!

Sabes-me tão bem...


Cá dentro, emerge a vontade de dançar, incessantemente... o teu som ecoa em mim!

segunda-feira, 26 de maio de 2008


Voltar a sítios que nos provocam sentimentos intensamente controversos impele-nos à mudança, no mínimo a interior... aquela em que emoções, valores, acções são revistos . Dá-se lugar à rebelião!


Avalio o que faço aqui, sinto-me enclausurada sem haver uma única porta trancada à minha frente... Saio?! Não saio?! Caminho nos meus "labirintos" internos coleccionando sensações, buscando a pureza e a nitidez de cada uma. Retiro dos últimos tempos a maior das lições que alguém me ensinou... Afirmação!

terça-feira, 20 de maio de 2008



De passagem, repenso aqui os meus últimos dias até então... A clareza voltou a mim, assim como uma lufada de ar fresco constante que me envolve em tons brilhantes. Férias trazem sempre um certo tempo necessário para dispensarmos ás pequenas grandes coisas que, em outras ocasiões, são tão menosprezadas, descuidadas.


(Re) Encontro agora pelos minutos dos meus dias, histórias interessantes de pessoas desconcertantes que fazem agora parte do meu mundo "embriagante"... Escuto, guardo e saboreio tornando-me cada vez mais eu, coleccionando tons de verde.

quinta-feira, 15 de maio de 2008


Hoje ao almoço fui surpreendida por um iogurte... Há pequenas coisas que não se explica, talvez sejam só mesmo para se sentir, sem um sentido a dar. Vagueamos pelas horas dos dias sem percebermos pequenas coisas, pequenos toques, pequenas emoções... O aroma puro a morango, trazia a frase que mais ecoa dentro de mim...


Saudades tuas...

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Semana em revista

Horas alucinantes feitas de minutos desconcertantes agregados em períodos inebriantes, construíram os meus últimos dias. Se ao menos a alucinação fosse dos tons do arco íris...mas não, tem se ficado pelos tons pastel, que não me elevam o espírito.

Apercebi-me que cada vez mais as pessoas tendem a demitirem-se de "ser", simplesmente "ser" gente, responderem por si. Alheam-se da sua própria vida...caricato!

Que saudades daqueles que respondem pelo seu bem e pelo seu mal, que se afirmam na procura e na conquista da sua própria vivência.

Que os tempos mudem, mas que neles permaneça a vontade de fazer da vida nossa e não dos outros, ou pelos outros!

E venha a próxima.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Entrelinhas


Há noites mais negras do que o habitual, em que a lua não brilha e se está lá...não a vejo. Mas o amanhecer chega sempre, por muito que pareça longínquo e cinzento e tende até, a clarear...



Gosto de ti...Só mais uma vez.




segunda-feira, 5 de maio de 2008

"Estranhezas"




Hoje confesso-me sem grande inspiração para a escrita...Ainda que o dia tenha me parecido, em revista, tons de verde...As segundas feiras são sempre intensas, é quase sempre, o início de uma sequência que, de certa forma, traça um fio condutor à minha semana.


Não me recordo de nenhuma notícia relevante, nenhum evento...Será por ter passado o dia imersa num mundo de papéis desinteressantes e telefonemas alguns, bem desconcertantes?! Ingrato ás vezes este tempo dispensado à labuta, parece-me...


Dos minutos do hoje retiro o momento em que me ausentei do mundo real, enquanto atravessei o Tejo. Saboreei as conversas paralelas que tive ao longo do dia e concretizei que nas entrelinhas dos meus últimos dias (re)descubro pessoas que me dizem muito.


A amizade é a meu ver, até um pouco polémica, bons amigos permanecem e por vezes bem à distância, mas sente-se que estão cá sempre, novos amigos surgem do nada e tornam-se gigantes, velhos amigos e íntimos até, desvanecem-se como se nunca tivessem existido...(e digo amigos porque já o foram bastante um dia) é tão estranha a sensação que penso sempre que é inconclusa a sua discussão.


Ainda assim, conservo a esperança nas pessoas, surpresas trazem sempre...


domingo, 4 de maio de 2008

Dia da Mãe


Há aqueles dias assinalados no calendário com os quais até nem concordo, puramente comerciais e que servem muitas vezes para tapar o chamado "sol com a peneira" mas este, o Dia da Mãe, parece-me justíssimo (ainda que ache que poderá e deverá ser festejado em qualquer dia inespecífico de um qualquer mês do ano).


Sobre a minha, a minha mãe, é de longe uma Senhora a quem devo tudo. Haveria tanto de bom a dizer que escasseiam as palavras e o meu discurso não flui.

A assinalar este dia, ficou-me um tom bem cor-de-rosa.

sábado, 3 de maio de 2008

Sábados

Que dia o de hoje! Fresco, claro e com um cheiro matinal a verde.
Nunca me aguento em casa nestes dias em que o trabalho nos dá um certo descanso e o estudo, bom não falemos nele, como tal, entre voltas e reviravoltas, saí sem grande destino logo pela manhã. Paragem obrigatória no café habitual em que os bolos são mais que muitos e de aspecto apetitoso, sempre envoltos no perfume "Delta", levando-me ao momento mais doce da manhã.
Saí rumo à sensação que a liberdade por vezes nos traz, enche-nos de ar e o brilho volta aos meus olhos, tudo me parece cheio de sol... Fui contemplar aquele cenário único que só o mar produz.

A meio da tarde num passeio mais citadino e consumista, fui surpreendida pela apresentação de uma banda Portuguesa de nome Diolinda. Um nome curioso... Bom, não sei se do meu estado de espírito ou pela diferença do que são os sons mais ouvidos no momento, pareceram-me bastante interessantes e a quem dispensarei, com certeza, a minha atenção e o meu ouvido.

Têm um quê de fado, mas não envolto no seu drama característico, na sua melancolia habitual (a que lhe reconheço sempre, pelo menos) e as letras um toque de ironia, diria...

Gostei bastante, e o concerto de lançamento será no dia 07 de Maio 2008, ás 21.30h no Cinema S. Jorge em Lisboa, talvez passe por lá.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

A ti...

É tal o silêncio esta noite que dou por mim aqui, no escuro...Se fechar os olhos quase que te toco, quase que te resgato de um passado não muito longínquo e trago de novo para mim aquele abraço que me envolvia e me fazia esquecer que haveria algo mais para além do "nós". Era o teu toque que me entregava ao mundo dos sonhos enquanto a tua respiração me embalava no escuro. Era o teu calor que levava para longe de mim este arrepio que me é tão constante agora... Sinto-te a falta. Sinto a falta de sonhar acordada e sentir que a noite pode ser colorida e estrelada.

Hoje o dia começou airoso, com tons de amarelo alaranjado e um cheiro a mar...Reafirmou a minha vontade de viver, de caminhar pelos minutos do dia até o encontro com a noite. E o que será da noite? Adoro noites brilhantes em que me sinto a pairar, diria mesmo que com as estrelas bem ao meu alcance... Não as sinto há tanto tempo...

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Sensações


Que cor atribuir ao dia de hoje? Não consigo definir... é uma mescla de sensações proporcionadas por minutos suaves, minutos intensos em que o pensamento voou, além paredes daquilo a que chamo local de trabalho.

Há dias em que os sonhos nocturnos se prolongam e me acompanham ao longo de todo o dia, só se renovam quando paro, e me situo que foi mais um dia que passou e houve coisas concretas realizadas, ás quais dispenso então uns minutos de avaliação.


Bom, amanhã é Dia do Trabalhador, nos quais orgulhosamente me incluo e como tal o dia amanhã terá com certeza uma cor mais brilhante, mais que não seja pelas horinhas de soninho extra e afins.


Curioso!


Ouvi hoje que o famoso Festival Woodstock de 1969 estará preservado num Museu, que se situará perto de Nova Iorque.

As portas abrirão em Junho deste ano, estando o mesmo integrado no Centro Artístico de Bethel Woods.


Quem sabe um dia experimento as minhas objectivas, numa passagem por lá?!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Música do dia

Hoje vinha a caminho do meu adorado local de trabalho e ouvi, não pela primeira vez mas sim com a devida atenção, aquela a que intitulei como a minha musiquinha do dia. É portuguesa e de considerável qualidade, na minha opinião.
Choose Love
" I choose to hide
But I look for you all the time
I choose to run
But I'm begging for you to come
I wanna break
But I know that you can take
I stay a while
To be sure that you're by my side
Don't look at me, just look inside
'cause I can go through
Tell me, are you going tired
Of what I don't do?
I want to see, I want to fight
'cause I don't fell scared
Honey if you care...
I choose to find
Things that you left behind
I choose to stare
But I can take you anywhere
I wanna stay
But my soul leaves you anyway
Can't close the door
And love could you give me more?
Choose Love, Choose Love Love
Don't want to hear, I want to fight
'cause this time I won't be wrong
and I can't waste this precious time
asking where do I belong
So let me know your love is real
'cause this time you won't control
Tell me please what do you feel
Do I have to save your soul?"

Rita Redshoes
http://www.myspace.com/ritaredshoes


E porque o sol hoje até espreitou, mas não ficou, não há muita côr a assinalar no dia de hoje... Mantenho me pelo cinzento, embora que com um pézinho de dança.

Há dias...

Assinalando

Como Dança, seja ela qual for, é uma das minhas paixões de sempre, importa fazer referência...

Comemora-se hoje, 29 de Abril de 2008 o Dia Mundial da dança.
A Rede - Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea está a propor um conjunto de iniciativas a decorrer até dia 04 de Maio de 2008, na cidade de Lisboa ( programa disponível no site do Guia da Cidade).

Não me parece que seja algo muito divulgado, aliás como toda e qualquer iniciativa ligada a arte, nas suas diversas formas.

Iniciando

Hoje inauguro aquilo a que chamarei uma espécie de diário. Já não tem a chavinha e o cadeado como os que fizeram parte da minha infância, diga-se, bem côr de rosa.

Uma homenagem ás palavras, que fazem parte dos segundos dos nossos dias...