Horas alucinantes feitas de minutos desconcertantes agregados em períodos inebriantes, construíram os meus últimos dias. Se ao menos a alucinação fosse dos tons do arco íris...mas não, tem se ficado pelos tons pastel, que não me elevam o espírito.
Apercebi-me que cada vez mais as pessoas tendem a demitirem-se de "ser", simplesmente "ser" gente, responderem por si. Alheam-se da sua própria vida...caricato!
Que saudades daqueles que respondem pelo seu bem e pelo seu mal, que se afirmam na procura e na conquista da sua própria vivência.
Que os tempos mudem, mas que neles permaneça a vontade de fazer da vida nossa e não dos outros, ou pelos outros!
E venha a próxima.
